Dicas de Férias em Paraty

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Oi meninas,

Como eu tinha prometido o post com dicas de Paraty está quentinho, acabou de sair do forno. Férias é uma delícia, né? Mas voltar a realidade, colocar a vida e casa em ordem leva tempo, por isso demorei para postar.

Quem conhece Paraty? Se não conhece digo, com toda a certeza, que vale a pena conhecer. Para quem é de Campinas e Região e está acostumado a ir para Ubatuba, basta adicionar mais 1h30 de carro que você chegará em uma cidade fofa, linda e com praias que são de tirar o fôlego. São 4h30 de viagem de Valinhos (onde eu moro) até lá, mas fizemos em seis horas porque fomos tranquilos e parando.

Pousadas:

Há todo o tipo de preço de pousada, então vale a pena pesquisar. Nenhuma praia do centro da cidade é bacana para “pegar praia”, então desapega de ficar perto de qualquer uma, você terá que pegar o carro todos os dias. Há muitas pousadas no centro, mas aí só recomendo escolher uma dessas se você for da “badalação” porque por  lá (tanto no centro histórico quando no novo) o movimento vai até tarde e você não terá “aquele” sossego.

Nos achamos uma ótima e pagamos R$ 1.200,00 para o casal de segunda à sexta com café da manhã e café da tarde (tudo muito simples). Eu achei um preço justo. A que ficamos se chama Paraty Bungalow (juro que não estou ganhando nada em divulgar o nome deles, só estou contando  porque eu realmente gostei).

Onde Comer:

Tudo, absolutamente tudo para comer e beber em Paraty é caro. Então perca a vergonha e leve para a praia água, barrinha de cereal, biscoitos e o que mais você quiser. Sem contar que nas praias há poucos quiosques e você pode não encontrar o que quiser.

Os restaurantes do Centro Histórico são todos muito caro, um jantar para o casal lá não sai por menos de R$ 150,00 (e estou falando de coisa simples). Nos fomos em restaurante no centro histórico somente uma vez ” O restaurante da Dona Gina”, que eu gostei mais achei caro pelo o que oferecia. Destaque especial no Centro Histórico para o sorvete do Findandês, vale uma visita diária por lá (o melhor sorvete que já tomei, juro, juradinho).

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Há um outro restaurante que, este sim, eu indico. Se chama La Luna, é um quiosque diferenciado com luz de velas, em frente ao mar (praia do Jabaquara) que oferece culinária local. Se decidir ir prepare-se porque é “salgado” o preço, mas vale a pena. O lugar é romântico, você consegue ver a lua, e o atendimento é ótimo. A comida então é um show a parte. Eu comi peixe e estava maravilhoso. Olha o prato aí:

Em todos os outros dias comemos besteiras porque não dava para gastar sempre, né?

Escunas:

Há várias opções de passeios por lá. Nos pagamos uma escuna para conhecer algumas ilhas e praias. Nessas escunas de agência de turismo (são as maiores) você tem horário para tudo, o que eu, particularmente não gosto. Há no porto diversas outras embarcações que você pode fechar um pacote particular, mas o custo é em média de R$500,00 e comporta até umas seis pessoas. O preço era alto e nos estávamos apenas em dois. Então, lá fomos nós no passeio com a agência, cada um pagou R$ 70,00.

Pontos positivos: as ilhas e as praias visitadas são lindas, a escuna é super confortável e o barco (por ser grande) não balança. Sem contar que todo o visual é maravilhoso.

Pontos negativos: tudo tem horário, então se você gostou de uma praia tem que ficar por lá o tempo determinado pela escuna, além do que, a maioria das escunas saem no mesmo horário e vão para os mesmos lugares, então está tudo sempre cheio.

Dica extra: Não fique sem pegar o almoço do barco a não ser que você seja bem resistente a fome (o que não é o meu caso). Optamos por não pegar o almoço (que é caro e depois vendo os pratos não achei que valem o que cobram) mas quase morri de fome porque não e tem onde comer. A dica é pedir pelo menos uma porção de batatas fritas. Todos os pedidos são feitos a cozinha por volta das 10h30 / 11h00 para serem servidas por volta das 13h30 /14h. Então mesmo que vocês esteja sem fome na hora do pedido, vai por mim, garanta pelo menos uma porção.

No porto saindo para o passeio:

 

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No passeio de escuna conhecemos a Ilha da Lagoa Azul (primeira foto) e a Ilha Cumprida (segunda foto). Ambas são para mergulhar, ou seja, não dão pé. Mas os barcos oferecem flutuadores e vale a pena entrar na água que clarinha e cheia de peixes (leve óculo de natação para não ter que pagar pelo snorkel que custa uma fortuna o aluguel).

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E as praias: do Lula (primeira foto) e a Vermelha. As duas com águas claras e quentes. Uma delícia. Leve com você  aqueles “saquinhos” que vedam celular para que você possa tirar algumas fotos na água.

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Praias:

Na segunda chegamos em Paraty por volta das 15h00 horas, como nossa pousada era perto da praia do Jabaquara fomos a pé conhecer. A praia em si,não vale a pena, ela é ao lado de um mangue por isso a água e escura e eu, é claro, fiquei morrendo de medo de ver algum caranguejo.

Nos outros dias fomos conhecer Trindade que fica há uns 50 minutos de carro do Centro de Paraty. Há muitas praias por lá, todas “badaladas” e chegar até as praias é um desafio, as ruas são estreitas e há poucos lugares para estacionar (tivemos que pagar R$30,00 de estacionamento porque não tinha mesmo onde parar). Ficamos na Praia do Meio que é bonita, com águas calmas e cristalinas.

De lá pegamos um barco para a piscina natural de Cachadaço (o barco cobra R$35,00 por pessoa ida e volta). Valeu a pena o investimento porque o lugar é lindo. Dá para ir de trilha, mas são em torno de 60 minutos de caminhada.

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É assim mesmo, lotado, mas vale a pena conhecer.

Agora,na minha opinião, o achado foi a praia de São Gonçalo, que fica há uns 20 minutos de carro do Centro de Paraty. É uma praia tranquila, sem ondas, de águas mornas e cristalinas e uma delícia para passar o dia. Também não há lugar para estacionar, você terá que deixar o carro em um estacionamento improvisado na beira da pista (R$15,00) e ainda caminhar uns 10 passos no meio do mato para chegar na praia. Mas vale a pena. Veja as fotos:

    

Há pouquíssimos quiosques, então leve água e coisas para comer. Mas o melhor da praia de São Gonçalo está por vir. De lá é possível pegar um barco até a Ilha do Pelado. Uma ilha minúscula, com um único quiosque, mas linda de encantar. As águas são super cristalinas e dá para passar um dia inteiro por lá. O Barco custa R$ 20,00 ida e volta por pessoa.

    

Centro Histórico:

O Centro Histórico é uma atração a parte. É um lugar super fofo e, mesmo sem ir para comer, por lá vale a pena visitar. Nos fomos quase todos os dias. A dica é ir sempre de sapato fechado ou bem firme no pé (chinelos e sapato de salto são inviáveis). Isso porque o centro é todo em pedras irregulares então caminhar por lá é um desafio.

Mas por lá você vê lojas, artesanato, doces caseiros, igrejas e muita música. Dá para passar horas conhecendo cada uma das ruazinhas.

Aí você deve estar se perguntando: “Nossa, mas se é tão lindo assim porque ela tem poucas fotos no Centro? Lá não seria o lugar perfeito para “pagar” de blogueirinha?”. Te explico com as imagens a seguir, cara leitora….

Meu marido foi o meu fotografo oficial e essa não é a maior habilidade dele.  Abaixo uma coletânea do que consegui na sessão de fotos no centro (KKKKKKKKKKKKKKKK):

Mas vale a pena. Gastamos no total, contando hospedagem, gasolina, pedágios, passeios, e alimentação em torno de R$2.200,00 os dois juntos. Muito mais barato que qualquer visita ao Nordeste. E ainda em plena temporada. Achei que valeu a pena.

Quem quiser mais dicas, me mande por aqui!

Beijos Gi

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